E o que é aquele povo fazendo tradução simultânea? Eles falam e eles mesmos traduzem na sequencia. Raj conversa com Maya:
- Maya, você não vai trocar de sári?
- Naim marido (balançando a cabeça negativamente). Não.
Pô, são três vezes não. O do naim (que a gente que não é burro já decorou o que é), a mulher balançando a cabeça e o não em português bem claro. Ela definitivamente não quer trocar de sári e a gente não agüenta mais ela com aquele cor-de-rosa. Alguém empresta um sári pra Maya. A Surya tem tantos, rouba um no varal, sei lá. Se vira.
Por falar em Surya, por quantos camelos Fábio Junior a teria vendido pra Amithab?
Momento navegar é preciso:
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E de repente eu pensei: será que os camelos também valem grana na Índia? E daí um amigo (Sergio Nakano) me disse que na Índia, ou no Paquistão, praqueles lados é tudo meio igual. Se não tiver camelo, pode calcular em camelo mesmo e depois converte em elefante. Claro, tem que converter na cotação do dia.
Eu eu nem sei que horas sofro mais nessa saga das oito, se no núcleo indiano ou se no Cadore World. Tá tudo muito chato, por isso que eu tô começando a assistir A Fazenda, pelo menos lá as vacas não são sagradas e todo mundo pasta, sem distinção de casta.




